... AMAR É VIVER ...


| |



O QUE DIZER?

 

 Filhos, que não deixarão de ser.

 

Filhos, de hoje, que poderão ser os pais, de amanhã,

quando já são, no entanto, quantos deles se esquecem disso,

Infelizmente, e  acabam vivendo num mundo tão pequeno,

criado por eles mesmos, que não tem lugar para amparar seus pais ou,

pelos menos, estar com eles nos seus momentos de solidão,

que acabam surgindo conforme a idade vai chegando.

 

No entanto, por esses mesmos filhos,

os pais deixaram,  tantas e tantas vezes,

de fazer o que queriam, para fazer o que lhes pediam ou

o que precisava ser feito e

em momento algum ficaram sós ou sem os devidos

cuidados, que foram primordiais para ser o que são.

 

Para tal, foi superado cansaço, provindo, muitas vezes,

de noites más dormidas, para que eles pudessem dormir bem,

no aconchego de braços incansáveis e do

calor de  corpos maternos, de forma que, ficassem protegidos, sobretudo.

 

Seus pais e que continuarão sendo,

apenas, sem o poder de dar, a esses mesmos filhos, o que já foi dado,

não porque eles deixaram de ser os filhos de sempre,

tampouco, por falta de amor, mas sim pelas circunstâncias

criadas por eles próprios e que são respeitadas,

embora, que muitas delas são passageiras e frágeis,

mas envolvidos que estão, nos seus dia-a-dia, não enxergam.

 

Não se trata de cobrança, pois, o que foi dado,

foi uma doação de amor e o que é feito por amor,

a recompensa está no ato, em si de dar, tão somente.

 

Apesar de tudo, não veem os filhos,

como ingratos, ou melhor, displicentes, por esses, deixarem de sentir

o que hoje, os pais sentem, em sua maioria, silenciosamente,

mesmo porque, faltam, nos filhos, ouvidos para escutá-los,

que certamente, é o que mais precisam.

 

Face o que foi dito, surge o questionamento,

de saber onde estão esses ouvidos  que não se dão o trabalho

de escutarem os já “vividos pais”, quando outrora,

esses filhos,  tanto escutaram, meu bem, meu amor, meu anjo,

estamos aqui, fiquem tranquilos, vocês não estarão sozinhos.

 

Por onde andam esses ouvidos, que quando chamavam mamãe,

Papai, logo escutavam, estamos aqui, o que não acontecia,

tão somente por acontecer, mas sim pela vontade de corpo e alma

de servir, com todo carinho e amor, as necessidades daqueles filhos.

 

Onde estão esses ouvidos,

perguntam-se, mais uma vez, que não ouvem?

Ficaram surdos, unilateralmente,

para aqueles que tanto já lhes ouviram?

 

Tão somente  justifica essa surdez, o envolvimento nos

barulhentos e desajustados mundos sociais,  infelizmente, pois é  muito triste e

Incompreensivo, tais fatos, que os levaram deixar de escutarem

a silenciosa voz dos sentimentos,

que os levou a  essa surdez e por conseguinte a cegueira.

 

João C.. de Vasconcelos

 

 

 

 




 PORTAS DAS IRRESPONSABILIDADES


Quando abrimos as nossas portas com as chaves das irresponsabilidades, portanto, do dever não cumprido, que acaba nos levando ao abandono ou aos desvios do caminho do bem, que acabam nos conduzindo, sem dúvidas, aos compartimentos dos sofrimentos, onde estão gravadas, indelevelmente, as nossas atitudes menos altruístas, que diretamente ou indiretamente vieram trazer, de uma forma ou de outra, desconfortos desagradáveis aos nossos semelhantes, que certamente, sofreram por isso.


Todo sofrimento que aos nossos semelhantes causamos por nossas atitudes egocêntricas, portanto, ruins, mais cedo ou mais tarde, voltarão da mesma forma ou maiores, não em forma de castigo para quem as praticou, mais sim como oportunidade que todos terão diante à LEI de ressarcir suas dívidas perante a quem errou.


Não poderá haver perdão, sem se pagar às dividas realizadas, pois ninguém pode perdoar as dívidas que não são suas, pois não seria justo e a LEI é a suprema equidade, e assim sendo, infalível e, por conseguinte, justa, por isso,  não muda em favor de quem quer que seja, ao contrário, por ser perfeita, todos, sem exceção, terão que  mudar diante DELA.


João C. de Vasconcelos
 




MÃE

Deus é a infinita sabedoria, também, o supremo criador e mantenedor da vida.


Criou a beleza humana, na sua concepção mais pura, com a mesma igualdade e potencialidade,  intrínsecas em toda à sua criação.


Criou, também, os subsídios na mais  perfeita equidade, próprios a cada espécie, para a manutenção de suas vidas existenciais e evolutiva, em qualquer lugar do universo.


Preservou a continuidade da vida, através de seres com a mais alta sensibilidade, capacidade de doação e de amor, que são todas as mães.


Mãe criação Divina, como tudo e todos do universo, mas são elas um mar de bondade e dedicação, por onde navegam e navegaram, tranquilamente, nessa serenas águas, os nossos pequenos barcos, sem encalhar ou naufragar, enquanto estivermos, sobre a orientação da sua carta náutica.


Sabemos, pois, embora enfrentando o alto mar e por vezes de forma revolto, não deixaremos às nossas embarcações, calafetadas  pelo seu amor, naufragarem  nas oscilações das desigualdades das ondas passageiras, causadas  pelos ventos fortes, oriundos das diferenciações atmosféricas, próprias de determinadas regiões que passamos, compulsoriamente ou voluntariamente.
O seu amor é como um estabilizador que nos equilibra e não nos deixa à mercê de embates próprios das existências que vivemos.


São como os nossos primeiros passos, dados com segurança, sobre sua proteção, para doravante nunca mais deixarmos de andar, com a mesma segurança e com a certeza que andaremos sempre, pelos mesmos caminhos, do amor, que nos ensinou.
                            
João C. de Vasconcelos

 




O PERDÃO

 

Nas nossas vidas quantas vezes pedimos perdão e quantas, perdoamos?

Será que poderemos ser perdoados mais do que perdoamos?

Os nossos pedidos de perdão, foram feitos  a quem, realmente, nós ofendemos?

Será possível conseguir o perdão de nossas atitudes vis, de alguém que não foi vítima dessas nossas ações?

Ou será que queremos nos enganar, pela falta de humildade de nos redimir com aqueles que ferimos?

Será que o perdão pode estar onde não há humildade?

 

Podemos, portanto,  colocar num recipiente, cheio, qualquer outra substância, principalmente, uma maior que ele próprio?

 

O nosso orgulho não nos permite um arrependimento sincero, que venha modificar o nosso ser, de forma que, possa se enxergar e sentir, ou melhor, se abrir para a leniência da humildade de perdoar, da mesma forma que viremos a ser perdoados.

 

O perdão que pedimos a quem não ofendemos é ilusório, serve, apenas, para massagear os nossos egos, consequentemente e certamente, não reparamos às nossas dívidas, continuaremos devedores e causando mais dívidas, certamente.

 

Concluídos, portanto, quem muito perdoa está no mesmo patamar de quem muito pede perdão, pois, o ofendido não é muito maior do que o ofensor.

 

Finalmente, pedimos a Sabedoria do Universo que nos dê forças para pedirmos perdão, exatamente, a quem nós ferimos, reparando-os do mal que causamos e doravante se vigiar para não voltar cometer os mesmos danos, até que, pouco se tenha feito para se pedir perdão.

 

João C. de Vasconcelos

(JOCLAUVAS)






ONTEM EU TIVIE UM SONHO

 

Ontem tive um sonho...

Sonhei com a vida,

que para mim sorria

e eu para ela não sorri.

 

A vida dizia-me

que em si, tudo é bom,

eu não vi bondade na vida.

 

Dizia-me ainda,

que tudo é belo,

os pássaros voam alegres,

as flores desabrocham

exalando os seus perfumes,

a luz do sol expulsa a escuridão

e aquece a natureza,

dando vida a toda vida.

 

Eu vi, somente,

pássaros pousados em galhos secos,

árvores sem folhas,

flores caídas, sem perfume,

sol quente e abrasador,

enfim, vi tudo na vida,

com pouca vida.

 

Então a vida continuou,

no meu sonho, a dizer-me,

de forma enérgica:

 

Eu sou a vida, como vida tu és,

se não enxergas como eu,

e não vives como vivo,

vives, apenas, numa vida de sonhos,

sonhando com a vida,

mas sem vida.

 

Portanto, precisas acordar,

ver o que sou e

porque sou, e então saberás

como é boa a vida,

que sou e que tu és.

 

Viverás a vida, com vida e

doravante,

não tão somente enxergarás

a beleza da vida,

mas serás a própria beleza...

 

João C. de Vasconcelos







TUDO É SIMPLES

 

Tudo, aqui, teve um princípio muito simples, onde a unidade gerou a multiplicidade, na mais perfeita igualdade, portanto, sem diferenças no seu princípio, em si.

As diferenças fomos nós que as críamos, pois, são elas relativas ao que somos e como somos; sem desconsiderar as etapas de vida que cada um se encontra, visto que, são elas próprias da caminhada evolutiva, que todos estão sujeitos.

Nesse sentido, justificam-se as diferenças, não porque são diferentes no seu princípio, mas sim, a etapa que cada qual se encontra. Assim sendo, os que estão em etapas de vidas mais avançadas, nem por isso, adquiriram as credenciais para serem donos de outras vidas e, por conseguinte, decidirem sobre a vida e morte, dessas.

Embora, estando todos ao mesmo tempo, ou melhor, neste lapso de tempo,  neste transcurso de vida, não foi, certamente, para uns serem donos de outros, mas para uma convivência harmoniosa, de forma que, os mais avançados protejam e ajudem os que, ainda, se encontram no início da caminhada e por assim se encontrarem, não podem decidir às suas próprias vidas.

Nem por isso, foi outorgado a quem quer que seja o direito justo, perante a Lei, de poder fazer o que quiserem, com esses outros, sem ferir os princípios da igualdade.

Refletindo conscientemente, podemos dizer: que a inteligência é o porta-luz da sapiência, mas muitos que adquiriram esse estágio ou esse nível de consciência, não a utilizam, verdadeiramente, e é aí, que a inteligência deixa de ser o porta-luz da sapiência, para ser o porta-escuridão na negligência.

 

João C. de Vasconcelos




ÁRVORE QUE PANTEI

 

 

A árvore que plantei,

não a abandonei por conta da sua própria natureza,

que certamente,

não cresceria adequadamente.

 

Assim, muitas vezes,

deixei de pensar em mim para pensar nela;

de buscar tudo que entendia,

no momento e no meu entendimento, 

de ser o melhor para seu crescimento,  

de forma que, se tornasse muito mais forte e

mais resistente às intempéries da vida.

 

O que fiz,

não foi para me abrigar em sua sombra ou

ficar protegido sob sua robustez,

mas sim, pelo prazer de vê-la muito maior do eu.

 

No entanto, se algo,

ainda, lhe faltou para seu devido crescimento,

tenho certeza,

que não teve o intuito propositado  ou

egoísta de não fazer por interesses próprios.

 

Face ao que era,

fiz o que pude

ou, o que entendi, que precisava ser feito,

naquele momento circunstancial da minha vida.

 

 Num mundo pequeno,

de pequenas coisas,

que procurava superar os entraves encontrados,

 próprios do meio, com resignação,  vontade de vencer,

por isso, nunca me dei por vencido e assim andei...

 

Assim sendo, tudo que fiz,

foi tentando fazer o melhor,

se não foi, certamente,

houve a sincera intenção para que fosse.

 

 Nesse intuito,

desejava que crescesse,

e que se tornasse maior do que eu,

não para diante de sua grandeza,

enxergar quanto pequeno eu sou...

 

Apesar de tudo e por tudo,

Tentei cumprir o meu dever e continuo tentando,

convicto de que errei, mas sem sofrer por isso

ou me orgulhar do que fiz. 

 

João C. de Vasconcelos




MUNDO INCERTO

 

Somos, hoje, o que poucas vezes ou nunca procuramos saber, porque somos.

Certamente, sempre ou quase sempre, aceitamos o que nos disseram, sem, sequer, verificar à sua procedência, se realmente procede.

Somos e fomos envolvidos por correntes de pensamentos, que com o decorrer do tempo acabaram se tornando padrões, por falta de questionamento e oposição.

Tais padrões criados inteligentemente, por razões particulares para vir satisfazer interesses próprios, muitos deles excêntricos e até imorais, são reflexos de mentes doentias, sem sabedoria, portanto, sem escrúpulos, que  espalham desequilíbrios, que podem gerar doenças e sofrimentos, induzidos na forma aparente de moralidade e de modernidade.

Padrões são às antíteses da criatividade, portanto, arquétipos que ocupam espaços, travando, de certa maneira, pouco ou muito, as edificações de novas criações da engenharia do bem.
Somos, diante das artimanhas da inteligência vítimas, das vítimas dos descontroles mentais, que se acham com todo poder, de poder mudar os outros, segundo as suas vontades descabidas, aos seus perfis deformados, porém disfarçados.

Somos vítimas, também, vale ressaltar, principalmente, de nós mesmos, por aceitar, conscientemente ou inconscientemente, essas correntes de pensamentos, sem que elas passem pelo crivo de nossos julgamentos íntimos ou internos, por aonde e de onde fluem as verdadeiras e equilibradas respostas, que precisamos para não sermos atingimos da forma que temos sido.

Não devemos aceitar como temos aceitado as agressões que chegam e entram nos nossos lares, de formas sorrateiras, disfarçadas de quem vem nos distrair ou nos ajudar, num colorido que prende as nossas atenções, com diálogos empolgantes, quando verdadeiramente são como lobos vestidos de cordeiros, que podem acabar com as nossas famílias.

Escutamos muitas vezes, nos dizerem: ...não podemos fazer nada, os tempos mudaram...

Não poderemos acreditar no que dizem, pois o tempo não mudou, nesse sentido, nós que mudamos, ou melhor, deixamos nos mudar, aceitando, de forma permitir as facilidades, oriundas de um mundo de banalidades, sobreporem as verdadeiras e sagradas leis da moralidade e da ética, que sempre nortearam todas as famílias, portanto, todos os lares a se manterem num perfeito equilíbrio, por conseguinte, em harmonia,  predominando o respeito  mútuo e sobretudo o amor.

Finalmente não adianta tão somente querer, mas também, fazer, contribuir e principalmente ser, na mais sincera e exata vontade de levar a todos os outros que convivemos nos nossos dia-a-dia, o exemplo de fidelidade, integridade, sinceridade, lealdade, amizade e de solidariedade.

 

João C. de Vasconcelos







VIOLÊNCIA

O nosso mundo tornou-se violento, chegando ao extremo do descontrole, da imprudência, enfim, da desvalorização da vida.

Quais, portanto, as causas que o levou a essa degradação, quando a ordem normal seria a evolução, como todo?

Será que escuridão que está envolvendo o nosso planeta, tem nos tirado a visão holística, de forma que, deixemos de enxergar o mal que nos envolve,sobremaneira?

Nesse sentido, podemos enumerar as causas, com as devidas propriedades, que desencadeou tamanha violência?

Certamente que não, visto que, são inúmeras, podendo algumas delas,  transcenderem às vidas dos violentos. Embora, assim sendo,  não  poderão ser consideradas atenuantes para às suas ações vis.

Outras, pela própria violência, acabam gerando violências. Portanto, matar o criminoso não o elimina, pois sua essência é criminosa. Da mesma forma, é como eliminar os fatos, sem atingir às causas.

Podemos até dizer: eliminar o criminoso,criando-se um outro, não é a solução, bem como transferir para outrem o que temos fazer, no momento certo.

È dever de todos combater a violência, começando, dentro dos nossos próprios lares, assim sendo, por nós mesmos, procedendo com  honestidade, portanto, com lealdade, fidelidade e solidariedade, por conseguinte, amar a própria vida, respeitando as demais.

É claro e evidente que cabe mais a uns que a outros a destinação de combate a violência, pois assumiram por livre e espontânea vontade a responsabilidade, portanto, a obrigação e o dever de criar métodos preventivos para evitar a violência.

Dentre elas estão a má distribuição de renda, não na forma de doação, como tem vindo acontecendo, mas sim na criação dos meios necessários e ao alcance dos menos favorecidos para cada qual,  possa  ter à oportunidade de conseguir, através dos trabalhos honestos, às suas subsistências dignas e da suas famílias;

A medida que mais deixa de ser feita, que indiretamente, ou diretamente tem causado o  maior distúrbio, com consequências imprevisíveis, no momento,  é o desvio do dinheiro público, ou seja, o mau uso ou indevido. 

Consequentemente, falta para criação:

de emprego, pois, na falta dele, surge a miserabilidade do povo que o leva a degradação moral e ao crime;

de colégios adequados , que além de tirar o analfabetismo, possa, de certa forma,  educar.  Lembrando que é muito difícil encher o interno de cada criança de valores altruístas, quando seus corpos estão vazios e famintos, bem como o que escutam nos colégios não ser condizente com a realidade de suas vidas familiares e local em que vivem.

de presídios recuperativos, assim como, punitivos para aqueles sem condições de se regenerarem. Lembrando que a mistura de frutas podres com outras quaisquer, apodrecem todas.


finalmente,  é preciso comprometimento com a verdade, pois, nela está contida, a responsabilidade de fazer o que realmente é preciso, no momento certo, para o bem geral.

O egoísmo que desencadeia a vaidade, protegido pelo fantasma do poder, cria um mundo imediatista,portanto, vulnerável  de dimensão irregular e relevo acidentado, com muitos esconderijos sombrios e assustadores.

 

João C. de Vasconcelos

 




MESTRE

 

Divino Mestre, Vieste na terra, para nos ensinar a verdade e mais de 2.000 anos se passaram e não aprendemos, portanto, não praticamos.

Temos, por todos esses anos, nos reunidos para comemorar o Teu nascimento, mas até hoje, não nascemos em Ti, Mestre, como nasceste em nós.

Foste o amor incondicional,  amou a todos e nós somos aqueles que queremos amar, mas estamos atrelados as condições terrenas, amamos pouco.

Nasceste na pobreza voluntariamente e foste o ser mais rico que já se conheceu. Nada possuiu, não porque não podia, mas porque estava acima das conquistas do poder humano e das necessidades efêmeras da terra.

Tinhas, apenas, o que precisavas, pois tudo mais que pudesse ter, era desnecessário e Tu sabias disso, como também sabia, que ter o que não se precisa, causa-nos transtorno, principalmente, quando houver alguém precisando do que temos e não precisamos.

Tão rico que eras, muito mais que todos nós, pois tinha o poder da vida, portanto, o domínio da Lei, mesmo assim, não a usou e nem a mudou em favor de ninguém, nem de si próprio. Diante de tamanha grandeza, ninguém O entendeu, como ainda, poucos O entende.

A tua sabedoria transcendia os conhecimentos dos homens, por isso, poucos Te entenderam e ainda, continuam não entendo, mas sabias, como sabes, que todos estão sujeitos à Lei, portanto, responsáveis pelo que fazem e pelo que são. Sabemos, pelos Teus ensinamentos que todos têm e terão à oportunidade de escutar voz da verdade, que flui, silenciosamente, chamando-os para o caminho que Criaste que era e é o da verdadeira vida.

Tudo pode passar, mas não passará as conquistas alcançadas pelo dever cumprido e por esse caminho queremos andar, para alcançar a Verdade que  nos ensinou e que És.

Quando isso ocorrer, estaremos em Ti, como estarás em nós.

 

João C. de Vasconcelos

 

 




CAMINHANDO

No transcurso do nosso viver,
tantas vezes sentimo-nos sós,
rejeitados no mundo de Deus,
                    no entanto, pode ser  à oportunidade que necessitamos
para vivermos no silêncio do Deus do mundo.

Viver na ausência para sentirmos a presença...

Sabemos, pois, das dificuldades e  do estreito que é o caminho a ser percorrido,
diante das larguezas das nossas fraquezas.

Portanto, o sofrer, infelizmente,
ainda é a seiva imprescindível,
que nutre o ser e
o conduz no silencioso e solitário
caminho da verdadeira vida.


João C. de Vasconcelos



z\










NATUREZA

/album/natureza/dsc06934a-jpg2/
/album/natureza/dsc06935a-jpg1/
/album/natureza/dsc06945a-jpg2/
/album/natureza/dsc06946a-jpg/
/album/natureza/dsc06953a-jpg/
/album/natureza/dsc06956a-jpg/
/album/natureza/dsc06959a-jpg/
/album/natureza/dsc06964a-jpg/
/album/natureza/dsc07054a-jpg/
/album/natureza/dsc07056a-jpg/
/album/natureza/p1040097a-jpg/
/album/natureza/p1040114a-jpg/
/album/natureza/p1040173a-jpg/
/album/natureza/p1040395a-jpg/
/album/natureza/p1040394a-jpg/
/album/natureza/p1040404a-jpg/
/album/natureza/p1040408a-jpg/
/album/natureza/p1040148a-jpg/
/album/natureza/p1040150a-jpg/
/album/natureza/p1040174a-jpg/
/album/natureza/p1040184a-jpg/
/album/natureza/p1040212a-jpg/
/album/natureza/p1040182a-jpg/
/album/natureza/p1040202a-jpg/

—————